O luto e a doença terminal no contexto familiar
Transtornos alimentares na adolescência
A depressão e a terapia familiar sistêmica
A comunicação familiar e a construção da auto-estima nos filhos
Compreendendo a deficiência: As relações sociais & familiares
O pensamento sistêmico e o papel da mulher na História e na modernidade
Comunidade cristã de base, um sistema transformador
Os projetos de vida e as expectativas criadas pelos pais em relação a seus filhos
A separação de irmãos na adoção: O subsistema fraterno
O uso de contos como instrumento terapêutico no sistema familiar a partir das parábolas de Jesus
Levantamento das características básicas das famílias da aliança bíblica centro de Caxias do Sul
Uma visão macro do relacionamento na pós-modernidade
Resumo:
Como um sistema movendo-se através dos tempos, a família tomou novos rumos revelando evoluções e mudanças, aonde à mulher vem sendo elemento de quebra de estruturas e paradigmas. Historicamente as mulheres funcionavam como elemento passivo/ativo; porém nos últimos 30 anos evoluíram com maior rapidez, de forma radical e passou a ter mais expressão e destaque na sociedade.
A desintegração que as famílias atuais experimentam devido às situações e estruturas econômicas, sociais e políticas reforçam a sobrecarga de papéis que a mulher vem assumindo. Estes fatores exercem titulações de poder, desgastes, enaltecimento da figura feminina, favorecendo a formação de famílias disfuncionais.
A teoria Familiar Sistêmica proporciona um “novo modo de pensar” à unidade família. Segundo MALDONADO (1984) o esquema Sistêmico demonstra a necessidade da exploração científica de totalidades, de organização, de relações e de dimensões holísticas.
O enfoque da mulher será evidenciado em dois eixos explorados pela Visão Familiar Sistêmica. O primeiro eixo explora os conceitos de totalidade/sistemas e subsistemas que nos permite analisar a higiogenia e patogenia de uma totalidade sem despersonificar a mulher; e o segundo eixo com os conceitos de sistemas aberto/ retroalimentação/ homeostase e calibração; permitindo avaliar as interações de uma forma global (subsistemas), buscando os distintos graus de significado dado à mulher na medição com a família. De todas as unidades humanas, a mais eficaz destinada ao desenvolvimento da pessoa, não é o indivíduo em si, nem seu grupo de trabalho, nem o grupo social mais amplo ao que pertence, mas a família.
Contextualizando estes conceitos, as transformações e mudanças da figura da mulher atual, em seus diferentes enfoques: na maternidade, nos avanços educacionais, nas trajetórias profissionais, no poder e nos conflitos morais, possibilitando visualizar a viabilidade da mulher realizar-se o seu encaixe “caleidoscópico” para alcançar uma família funcional.