A Depressão e a Terapia Familiar Sistêmica
Transtornos Alimentares e Obesidade na Adolescência
O Luto e a Doença Terminal no Contexto Familiar
Os Projetos de Vida e as Expectativas Criadas pelos Pais em Relação a seus Filhos
O Uso de Contos como Instrumento Terapêutico no Sistema Familiar a Partir das Parábolas de Jesus
Casamentos Duradouros: Que Mistérios Há Nessas Uniões?
Intimidade Emocional: Um Olhar Sistêmico
Cuidado: O Lobo Mau Pode Atacar!
A Comunicação Familiar e a Construção da Autoestima nos Filhos
A Família Disfuncional Perante a Drogadependência
A Influência da Cosmovisão Religiosa no Ciclo Vital da Família Cigana Portuguesa: Estudo de Caso
A Separação de Irmãos na Adoção: O Subsistema Fraterno
Como as Noras Percebem o seu Relacionamento com as Sogras?
Contextos Familiares e Organizacionais: O Brasil do Filho Único
O Mito Familiar e a Terapia Familiar Sistêmica — Estudo de Caso Clínico
Qualidade de Vida na Terceira Idade
Uma Breve Abordagem Sobre o Relacionamento Sexual do Casal Pastoral
Compreendendo a Deficiência: As Relações Sociais e Familiares
Autora: Sonia Suzana Caldas de Farias
RESUMO
Este trabalho tem o objetivo de propor o uso de contos como instrumento terapêutico no sistema familiar a partir das parábolas de Jesus. Apresenta-se como um facilitador de integração às famílias desfuncionais. Com agendas abarrotadas, pais e filhos sobrevivem desconsiderando suas potencialidades e apresentando sintomas que denunciam uma exaustão emocional. Sendo impedido de construir afetos genuínos, cada membro convive com a sensação de experienciar o não pertencer a nada e a ninguém. Desde os tempos mais antigos a prática da contação tem a função básica de agregar, a partir de uma escuta participativa. O conto propõe-se a construir valores éticos, estéticos e espirituais, oferecendo à família um suporte emocional associado à sensação de pertencimento. Dentro dessa perspectiva o conto anuncia três razões de sua existência: ensinar sobre unidade, verdades e humanização dos relacionamentos nos seus diferentes subsistemas. Tais fatores conferem às histórias o desenvolvimento de um processo curador. Sherazade também será apresentada neste trabalho, como eximia contadora, que emerge em seus contos como figura exemplar. Jesus, o maior contador de histórias, servirá de referência em cada capitulo. Com ética e autoridade própria, Ele se levanta de forma cativante para ofertar seus conteúdos parabólicos.
Palavras–Chave: conto, pertinência, exaustão, afeto.